A proposta agora é voltar à Vila Aliança, em Bangu, onde a Visão Coletiva realizou ações sociais de arte urbana entre 2020 e 2021.
Na Escola Municipal Rubem Berta, 90 adolescentes fizeram oficinas de graffiti com os artistas Cety Soledad e Scrau Torres, e Lissah Nigra apoiou a ação. Os alunos pintaram um mural na parede interna da escola. A concepção e a curadoria do projeto foram de Jeferson Cora.
A série de murais Acalanto trouxe cor e poesia a pontos do território, para acolher moradores atingidos pela violência cotidiana e pela crise da Covid-19. A produção de camisas, shorts e bonés empregou profissionais de corte, costura e serigrafia da região.
A Visão Coletiva nasceu nas oficinas de graffiti do Centro Cultural A História Que Eu Conto, na Vila Aliança, e carrega desse começo a convicção de que a Arte Salva. Os fundadores da marca são a prova.
O compromisso da Visão Coletiva é retomar as ações sociais na Zona Oeste do Rio e seguir difundindo arte e cultura como ferramenta de transformação social.
